Investigação Revela Novos Fatos sobre a Morte do Cão Orelha em Florianópolis
A história do cão Orelha, que encantou a comunidade da Praia Brava, em Florianópolis, ganhou novos contornos com o avanço das investigações. O inquérito sobre a morte do animal, que chocou muitos, foi profundamente impactado por novas provas técnicas que vieram à tona. As câmeras de segurança, que inicialmente poderiam ter sido ignoradas, revelaram informações cruciais que desmentiram o depoimento do principal suspeito, um adolescente de apenas 15 anos. Com isso, a polícia solicitou a internação provisória do jovem, o que gerou uma série de reflexões e repercussões tanto na comunidade quanto na vida da família do suspeito.
O que as Câmeras Revelaram?
O principal suspeito alegou que passou toda a madrugada do dia 4 de janeiro na área da piscina de um condomínio, mas as gravações mostraram algo bem diferente. As imagens capturadas pelas câmeras de segurança revelaram que o adolescente deixou o local às 5h25 e retornou apenas às 5h58. Curiosamente, esse intervalo de tempo se alinha exatamente com o momento estimado do ataque ao cão, que ocorreu por volta das 5h30. Essa discrepância levantou muitas questões sobre a veracidade do depoimento do jovem.