Quem é “Serial Killer da Rotatória”, integrante do PCC e foragido no TO

O Enigma do Serial Killer da Rotatória: A História de Renan Barros

Renan Barros da Silva, um jovem de apenas 26 anos, se tornou o centro das atenções e do medo após ser identificado como o temido “Serial Killer da Rotatória”. Conhecido por sua frieza e brutalidade, Renan é apontado como membro do PCC, o Primeiro Comando da Capital, e carrega consigo um histórico criminoso que envolve uma extensa lista de homicídios. Desde que escapou de um presídio de segurança máxima no Tocantins, na última quinta-feira (25), ele está foragido e a polícia está em busca dele.

O Início de uma Trajetória Sombria

A história de Renan começou a ser escrita em novembro de 2020, quando ele foi acusado de cometer dois assassinatos na cidade de Araguaína, no Tocantins. A partir desse momento, as autoridades começaram a notar um padrão em seus crimes. Em março de 2021, Renan não hesitou em tirar a vida de três homens na mesma cidade, mostrando-se cada vez mais impiedoso. A Polícia Civil descreve suas ações como extremamente frias e calculadas, o que deixou a comunidade local em estado de alerta.

O modus operandi de Renan é particularmente chocante. Ele utiliza uma pistola de calibre .380 e, segundo as investigações, não oferece defesa às suas vítimas, atacando-as com precisão fatal, geralmente disparando em direção à cabeça. Após cometer os crimes, ele se desfez dos corpos de forma macabra, escondendo-os em matagal e jogando as motocicletas das vítimas em ribanceiras. Essa falta de respeito pela vida humana e a maneira como ele se livra das evidências demonstram o quão perigoso ele realmente é.

Atuação em Outros Estados

O terror causado por Renan não se limitou apenas ao Tocantins. Em junho de 2021, ele expandiu suas atividades crimininais, assassinando uma pessoa no município de Estreito, no Maranhão. A cada novo crime, a sensação de insegurança aumentava, fazendo com que os moradores da região temessem por suas vidas. Além dos homicídios, Renan também se envolveu em crimes patrimoniais, como arrombamentos e furtos, que lhe rendiam cifras expressivas, chegando a até R$ 100 mil por ação.

A Fuga do Presídio

A fuga de Renan do presídio de segurança máxima, onde estava cumprindo uma pena de 72 anos, trouxe à tona a fragilidade do sistema penitenciário. Junto com um comparsa, identificado como Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, Renan conseguiu serrar as grades de sua cela e escalar o alambrado utilizando uma “teresa”, uma corda improvisada feita de lençóis. Gildásio, assim como Renan, é considerado um criminoso de alta periculosidade e também pertence ao PCC.

Ação Policial e Orientações à População

Atualmente, as forças policiais estão em intensa operação na região sul do Tocantins, buscando localizar e capturar os dois foragidos. A orientação é para que a população tome precauções. Qualquer informação que leve ao paradeiro de Renan ou Gildásio pode ser comunicada de forma anônima através dos números 190, 197, ou pelo contato direto da Central de Flagrantes de Gurupi: (63) 3312-4110. É garantido que o sigilo da denúncia será mantido, e a colaboração da população é crucial neste momento.

Reflexões Finais

A história de Renan Barros é um triste reflexo da realidade do crime organizado no Brasil. A sua trajetória não apenas assusta, mas também levanta questões sobre o que pode ser feito para evitar que casos como o dele se repitam. A sociedade precisa estar atenta e unida na luta contra a criminalidade, e isso começa com a denúncia e a colaboração com as autoridades. Que essa seja uma oportunidade para refletirmos sobre a segurança pública e o papel de cada um na construção de uma sociedade mais segura e justa.



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